Fotos que contam histórias

Spathi
Lamiales

Ametista – Plectranthus

Plectranthus saccatus

Até o momento parece de cultivo bem fácil. E propagação também. Deve dar um belo canteiro…

Stereopsis: 3D de 3 formas

Pares ou sequências de imagens distintas (stereo images) são a base da visão tridimensional. Abaixo, três técnicas diferentes foram utilizadas para apresentar essas imagens e obter o efeito de profundidade.

3D wiggle




3D cross-eyes


3D anaglyph (necessita de óculos red/cyan)

Anaglyph – preto e branco

Alvorada

Reverências ao novo dia…

Lua e Vênus

Aphelandra squarrosa e sua espiga amarelo-ouro

Aphelandra squarrosa

A família Acanthaceae abriga muitos gêneros de grande valor ornamental. Por isso é difícil encontrar canteiros que não tenham algum de seus representantes cumprindo a tarefa de tornar os ambientes mais coloridos e alegres.

A inflorescência da Aphelandra squarrosa é em espiga, em geral amarela, e dura um bom tempo. Forma-se na primavera/verão. Segue um padrão de brácteas e flores com uma estrutura que lembra a da Fittonia (outra Acanthaceae), porém bem mais robusta.

É planta nativa do Brasil, de meia-sombra, que tem suas folhas queimadas se exposta ao período de maior insolação. O exemplar das fotos é a variedade louisae Van Houtt, que tem menor estatura (até 30 cm, contra os até 90 da comum).

Gerou duas florações seguidas e algumas propagações por estaquia estão prosperando, mas, como a planta mãe, muito lentamente.

Esta planta foi várias vezes a responsável por encontrar colibris a sua procura por aqui.


Links externos: Acanthaceae

Lágrima de Cristo


Congea

Vira a estação e a congea já apresenta suas numerosas flores.

Esta, como quase todas por aqui, está em um vaso e pouco desenvolvida. Mesmo assim, está florescendo. Veio de umas estacas obtidas há quase um ano e que demoraram um tanto para enraizar.


As flores talvez estejam um pouco adiantadas, já que ainda é início de inverno. Ainda precisará correr algum tempo para que observe melhor as suas características.

A Congea tomentosa tem uma pequena flor. Um grupo de flores é envolto por três grandes brácteas e estas mudam de cor com o tempo. Elas são muito duráveis, fazendo parecer que as flores permanecem abertas por longo tempo.





Final de Outono


Em seu adeus, o fim do outono ainda deixou

A cor, que ludibria a câmera
Duas jóias escondidas
E a gestação.

A alegria dos rebentos
E a lágrima.

A simples e bela
O permufe suave
A folha, lilás e branca
E as pequenas graciosas

A folha vermelha
A flor da flor
Venerando o Sol

E o voo…

Planta-mosaico

Um planeta com anéis. Planta com folhas azuis.

Tolice citar exemplos, pois há uma infinidade de coisas nesse mundo que nossa poderosa imaginação sequer tangencia.

Se você não visse as folhas de uma Fittonia, seria capaz de imaginar que isso existe?

Fittonia verschaffeltii















Um jardim como o do Éden – Encantos

Crédito: Claudia Musso

Crédito: Claudia Musso

Crédito: Claudia Musso



Crédito: Claudia Musso


Crédito: Claudia Musso


Crédito: Claudia Musso





Crédito: Claudia Musso



Crédito: Claudia Musso





Crédito: Claudia Musso



Crédito: Claudia Musso




Um jardim como o do Éden – As flores

“Bem no alto, quando não mais parece haver como continuar subindo, uma porta conduz a uma velha oficina.

Esse aroma de óleo e madeira misturados tem cheiro de saudade. Vem das antigas ferramentas de ferro, da madeira e tudo o mais que povoa o ambiente.

Local onde a mão que trabalha cada peça ludibria a impaciência do tempo.”

Mesmo aquele caído no mais profundo dos sonos despertará ao simples vislumbre, pois a linguagem dos sentidos remonta aos primórdios, mas ainda encontra-se entranhada em nosso ser, visceralmente.

É através dessa linguagem que as flores que margeiam esses degraus convidam-nos a subir. Galgá-los é deixar-se conduzir.



Crédito: Claudia Musso


Crédito: Claudia Musso




Crédito: Claudia Musso





Crédito: Claudia Musso





Aromas, formas, cores… verde. Que sustenta.

Como é pequeno o nosso grande mundo de concreto.

Coleus e suas folhas-flores

As flores do Coleus pintam o ar de azul.

Solenostemon scutellarioides

Essas pequenas e delicadas obras de arte vão surgindo formando anéis. Ao final, numerosas flores enfeitam a planta lembrando as luzes de uma árvore-de-natal.

Há quem considere que observar uma flor permite-nos trafegar entre o mundo da forma e o da essência. O vislumbre do belo como ponte para percepção do mais elevado (*).

Se assim for, algo semelhante poderia ser escrito para as folhas do Coleus…

Sua folhagem veste-se com um veludo de tonalidades e recortes, tantos e tão majestosos que olhar que aí passeia faz a mente esquecer-se que não são flores. E trafegamos por aquela mesma ponte.

Não são flores. Nem veludo tampouco. Do lado de cá da ponte, o mundo das formas conta uma verdade que nos parece bem menos convincente.





(*) Veja: Um novo mundo, Tolle, Eckhart.

Coleus

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